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Você sente muita vergonha?

Quando você tem vergonha? provavelmente não quando está em casa, sozinho, né? Esta sensação vem quando você está conversando com alguém desconhecido? com uma turma nova do emprego? na apresentação do trabalho do faculdade? na hora de falar seu nome e o que você faz em alguma roda de um curso de gastronomia que resolveu fazer?

Vamos lá! 

A pessoa que sente "muita vergonha" quer dar uma impressão positiva de si mesmo aos outros, no entanto, receia não ter competências adequadas ou suficientes para isso. Por isso, ela acha - isso é o que a pessoa pensa, que fique claro - bastante provável que venha a fazer ou a dizer algo não adequado, o que levará os outros a fazerem uma avaliação negativa dela, contribuindo para a diminuição de sua aceitação social, bem como de sua autoestima.

Uma outra característica desse vergonhoso de plantão é que ele tem expectativas irrealistas e perfeccionistas sobre a vida em sociedade, enxergando os outros como superiores e dominantes, ao passo que se percebe menos capaz que os demais. Será que todo mundo é tão superior assim ou eles se aceitam como são?

Bom, e qual é o comportamento dos vergonhosos quando pensam/sentem isso?

Como eles tem um certo medo das relações sociais e da avaliação de terceiros, a resposta para essas situações é evitar qualquer momento em que possa sentir vergonha. E assim elas vão se isolando e não se dão a chance de se provar que o contrário, ou seja, que elas podem ser aceitas e amadas, também é uma verdade.

Tá bom, mas como resolver isso e cuidar mais da sua saúde social?

São muitas as técnicas cognitivas e comportamentais que podem ser utilizadas para começar a reverter esta "vergonha", como por exemplo: a reestruturação cognitiva; o treino de relaxamento; o treino de habilidades sociais; e experimentos comportamentais. 

Hummm, falei grego? 

Você pode aprender estas técnicas de maneira simples e aplicada na sua rotina, conhecendo um pouco mais o trabalho desenvolvido no Programa de Desenvolvimento Pessoal ForteMente, criado por mim, Dr. Bruno Caetano (psiquiatra e especialista em terapia cognitivo-comportamental).